08 novembro 2011

Crescendo... venha o próximo!!

Este já foi. E quando acabei de ler o meu pensamento foi: quero mais!! Acabar o livro com uma interrogação é de ficar com muita vontade de continuar. Mas infelizmente, ainda está longe de chegar o terceiro livro cá a estas bandas, desta saga altamente viciante. E já estou como o Publishers Weekly que deixa esta interrogação no livro "Adeus dentes: Olá asas?". E só me resta também terminar com uma interrogação: para quando o filme einh?!

Conto LVII

O Jovem Caranguejo



Um jovem caranguejo pensou:
- Porque é que na minha família toda todos andam para trás? Tenho que aprender a andar para a frente e tenho que conseguir. Começou a exercitar-se às escondidas. Nos primeiros dias custava-lhe muito. Tropeçava em tudo, amachucava a couraça, as patas pisavam-se umas nas outras. Mas, pouco a pouco, as coisas iam melhorando, porque quando se quer tudo se aprende. Quando já estava seguro de si, apresentou-se à família e disse:
- Prestem atenção. E deu uma corrida para diante. A mãe lamentando-se disse:
- Filho, estás louco? Caminha como o teu pai e eu te ensinámos, anda como os teus irmãos. Os irmãos riam-se à gargalhada. O pai olhou para ele severamente e disse:
- Se queres ficar connosco, caminha como os outros caranguejos. Se não, desaparece daqui e não voltes mais. O caranguejo gostava muita sua família, mas estava convencido de que o importante é caminhar para a frente. Por isso, despediu-se dos familiares e partiu.
Depois de muito andar, viu um velho caranguejo, solitário e junto a uma pedra. O jovem caranguejo disse-lhe:
- Bom dia! O velho observou-o por momentos e depois disse:
- Sabes uma coisa. Eu, quando era jovem, pensava em ensinar os caranguejos a andar para a frente, e olha o que consegui: vivo abandonado por todos. Por isso, enquanto é tempo, escuta o que te digo: resigna-te a fazer como os outros e um dia agradecerás o meu conselho.
O jovem não sabia o que responder e calou-se. Mas no seu íntimo pensava: «Eu tenho razão». E despedindo-se do velho caranguejo, continuou com valentia o seu caminho para diante.
Não sabemos se ainda continua a caminhar com a coragem do primeiro dia. Apenas podemos desejar-lhe de todo o coração:
- Boa viagem…

06 novembro 2011

Coelho de rabo de fora



Precisamos de Santos sem véu ou batina
Precisamos de Santos que ouvem música e passeiam com os amigos.
Precisamos de Santos que colocam Deus em primeiro lugar, mas que também se esforcem na faculdade.
Precisamos de Santos que tenham tempo para rezar e que saibam namorar na pureza e castidade, ou que se consagrem na sua castidade.
Precisamos de Santos modernos, Santos do século XXI, com uma espiritualidade inserida no nosso tempo.
Precisamos de Santos comprometidos com os pobres e as necessárias mudanças sociais.
Precisamos de Santos que vivam no mundo, se santifiquem no mundo, que não tenham medo de viver no mundo.
Precisamos de Santos que bebam coca-cola e comam hot-dogs, que usem jeans, que sejam internautas, que usem walk-man.
Precisamos de Santos que gostem de cinema, de teatro, de música, de dança, de desporto.
Precisamos de Santos que amem apaixonadamente a Eucaristia e que não tenham vergonha de tomar um ‘copo’ ou comer uma pizza no fim-de-semana com os amigos.
Precisamos de Santos sociáveis, abertos, normais, amigos, alegres e companheiros.
Precisamos de Santos que estejam no mundo; e saibam saborear as coisas puras e boas do mundo, mas que não sejam mundanos.”



João Paulo II in Almanaque de Santa Zita 2011

03 novembro 2011

Gosto muito, muito, ...






Fiquei apaixonada por esta música *.* Ajudou a animar.me o dia ^^,




David Guetta ft. Sia - Titanium

José Hermano Saraiva

Alguém me sabe dizer o que se passou/passa com o nosso grande historiador José Hermano Saraiva? Ontem vi o senhor na televisão e está com um semblante bastante carregado, parece que inchou... muito estranho. Ou será que é só da idade? É verdade que o senhor já vai com os seus 92 anos.

Opiniões... minhas, está claro!

Sinceramente acho uma graça, as pessoas vão construir casas onde o mar já pertenceu, acham que só porque no Verão aquilo tem uma bonita vista já está tudo apto, então, para implementar lá uma casa. E depois quando as coisas começam a piorar, já começam a torcer o nariz para o lado da autarquia por não fazer nada por aquilo. Mas não são capazes de meter a mão na consciência e ver que eles próprios é que fizeram a sua própria cama (vá, também é verdade que alguém tem que autorizar, mas também se sabe que essa gente só quer é dinheiro e nem que seja para construir lá no pinhasco eles aprovam, por isso alguém tem que pensar). Ao que o mar pertence, a ele voltará… sempre ouvi dizer. Infelizmente existem outras pessoas que não tendo onde construir, devido à sua pobreza, tiveram que construir casa junto a ribeira e sítios do género, mas têm que ter consciência das consequências, sabem no mínimo o que vem a acontecer a cada inverno, sabem que o descongelamento das Antárcticas também têm vindo a piorar.. enfim, várias situações que deveriam dar para pensar de forma a agirem para melhorar a sua morada alterando.a para um sítio mais seguro.

Ainda em relação à mudança de hora...

Era tão bom que em algumas alturas pudéssemos atrasar uma hora, de forma a aproveitar melhor alguns momentos e depois em alturas menos interessantes adiantássemos a hora para sair da situação mais depressa. Enfim, praticamente seria um relógio adaptado a cada um. E ai sim, seria a loucura total haha

01 novembro 2011

Conto LVI

O Cão Livre


Um camponês gostava de ter vários cães grandes e bem amestrados. Estes, por amor ao dono, aceitavam permanecer todo o dia presos e a suportar pesadas coleiras.
Um dia, passou por ali um cão vagabundo que, ao ver cães tão corpulentos, ficou muito impressionado e perguntou:
- Quem vos atou aí e alimenta tão bem?
Um dos cães, com ar satisfeito, respondeu:
- Foi o nosso dono. Somos uma raça muito especial. Não nos importa que estejamos presos. Basta sabermos que somos importantes.
Um outro acrescentou:
- Eu suporto esta situação porque assim tenho sempre boa comida a tempo e horas.
Um outro também tomou a palavra para dizer:
- Ao ver cães vadios e magros como tu, sinto alegria em ser vistoso e forte.
O cão vadio, depois de ouvir os cães de guarda, respondeu:
- Embora estejais contentes, eu prefiro a liberdade. Prefiro passar fome a viver uma vida de escravo. Gozai aí na vossa prisão, que eu prefiro livremente andar por aí a arranjar comida e a fazer amigos por toda a parte.

1 de Novembro:

A festa do dia de Todos os Santos é celebrada em honra de todos os santos e mártires, conhecidos e desconhecidos. Em algumas localidades de Portugal, no dia de Todos-os-Santos (ou Dia do Bolinho), as crianças saem à rua e juntam-se em pequenos grupos para pedir o pão-por-Deus, de porta em porta.