29 dezembro 2010

Vison

Ora bem…
Observem com atenção este bicharoco…










Chama.se Vison.
Eu não conhecia até há pouco tempo ter visto uma imagem destas. É um animal fofinho e não é indiferente a qualquer um. Mas, como tudo tem um mas… a verdade é que utilizam este pobre animal para fazer estas preciosidades:


Matam o bichinho para retirar a gordura que através dessa fazem cosméticos bons para atenuar os "pés.de.galinha" e para o pescoço. Enquanto que podem utilizar muitos outros Glicéridos de origem Vegetal ou Sintética que praticamente fazem os mesmos efeitos. Quanto ao pelinho do bicho, vão para os casaquinhos que pelos vistos estão muito em vogue neste ano, estação ou lá o que lhe quiserem chamar. Neste momento estou completamente ao lado das Associações que Protegem os Animais!

E o Natal que já passou...

Pelos vistos, o Pai Natal sempre esteve atento ao meu humilde blog e fez questão de me ofertar alguns dos meus pedidos. Quanto ao resto, talvez não me tenha portado assim tão bem e logo não tenha sido digna ao resto dos meus pedidos…
Então, resumindo:
- Livro “Segue o Coração” de Leslie Pearse;
- Alguma maquilhagem, que já ajuda em qualquer coisa;
- Algumas peças de roupa;
- Chocolates que deixam os meus adipócitos felicíssimos!!;
- Uma fruteira para adicionar ao meu “enxoval”;
- E uns brincos, que ofertei a mim mesma haha.
E pronto, a crise também não ajuda… Temos que nos satisfazer com o que nos dão. Para o ano, nunca se sabe o que para ai vem. Só de pensar que o IVA vai aumentar… ui, ui!!

23 dezembro 2010

Curtas e Boas de Natal

- Boas Festas (de preferência pelo corpo todo);
- Se a vida são dois dias, ao menos que calhe no Natal;
- Nunca desistas de um Sonho. Se não houver numa pastelaria, vai a outra;
- Espero que o Pai Natal te ofereça aquilo que mais precisas... Parafusos;
- Se um pássaro te sujar a cabeça pensa na sorte que tens por não ser uma rena;
- Ai uish iu a méri crisstmass, ai uish iu a méri crisstmass, ai uish iu a méri crisstmass... end a épi niu iar!;
- Se o saco do Pai Natal rebentar, que seja à tua porta! Se o Pai Natal cair, que não seja em cima de ti;
- Que este Natal seja como a Matemática: amigos a somar, inimigos a subtrair, alegrias a multiplicar e tristezas a dividir;
- Quando te sentires a pessoa mais infeliz do mundo, lembra-te que um dia foste o espermatozóide mais rápido do grupo!
- O pai Natal ficou preso numa operação STOP porque a rena estava alcoolizada por isso cabe-me a mim dizer HO!! HO!! HO!;
- Que a chama de Natal se mantenha acesa e que os presentes possam ser recebidos todos os dias... Que o Natal não seja um dia mas uma vida;
- Não penses no passado porque não o podes mudar, não penses no futuro porque não o podes prever, não penses no presente porque não o comprei;
- Não te esqueças de uma prenda para mim e o melhor da vida são as pequenas coisas. Uma pequena vivenda, um pequeno iate, um pequeno Ferrari.


Resta.me desejar um:
Santo e Feliz Natal!!

22 dezembro 2010

Apanhada...

Depois de uns belos dias e umas belas noites com um frio de rachar... de mais uma constipação mal curada de há algumas semanas. Eis que: estou oficialmente de Gripe.
Hoje, graças às dores musculares (principalmente aqui nos meus lombares direitos) e de cabeça, ao congestionamento nasal, à tosse e aos espirros, lá me dirigi ao Estabelecimento Médico. De lá vim, com umas belas prendas chamadas Antibióticos que pelo menos até ao Natal me vão fazer companhia.
Gostaria imenso de deixar beijinhos mas, como é de imaginar, não quero pegar a Gripe a ninguém!

20 dezembro 2010

E o Natal que já está aqui tão perto... II

Já agora se o Pai Natal ainda andar por aqui a ver o meu pequeno blog, pode ser um destes:


ou um destes:

Contos XV

Um Grande Susto

No dia de consoada, o céu fica ainda mais cinzento com o fumo que foge das chaminés. A meio da tarde, quando toda a aldeia cheira a canela e açúcar queimado, os miúdos juntam-se no largo da Igreja. E esperam, impacientes. Finalmente, aparece o sacristão com um grande cesto vazio. Os miúdos correm a tirar-lho das costas um pouco curvadas. E, como cabritos, num instante estão empoleirados nos penedos.
Com as mãos retiram das pedras compridos torrões de musgo, tufos de erva, heras muito verdes. Quando o cesto fica a transbordar levam-no com custo para dentro da igreja. Depois, na sacristia pegam numa chave muito velha, muito grande e abrem a porta dum armário antigo. E, de repente, faz-se um grande silêncio.
Com muito cuidado, retiram as figuras de barro e levam-nas para junto do altar-mor. Pacientemente montam as ripas e pregam-nas. Colocam caixotes e pedregulhos. E cobrem tudo com musgo, hera e ervas. E, de repente, tudo se transforma: lá está ela, a gruta de Belém. E os montes, os penedos, os caminhos. Logo depois de aparecem os pastores e os rebanhos. Uma vaca com um chifre partido, e um burrico sem uma orelha metem-se dentro da gruta. E ficam muito quietos a bafejar à beira da manjedoura que tem palha.
Cansados, chegam José, depois Maria. Finalmente, gorducho e sem roupa, Jesus deita-se sobre a manjedoura. E, indiferente ao frio, não pára de rir. Os miúdos ficam um ror de tempo a olhar para ele, assim tão mal agasalhado.
Por isso, o ano passado o sacristão apanhou um grande susto. À noitinha deu pela falta de Jesus. Aflito, bateu em todas as portas. E toda a aldeia sorriu quando o encontraram. E onde é que ele estava? Muito bem aconchegado, de olhos abertos e sempre a rir, deitado na cama da Sara.
António Mota (livro “Caminhar 4ºano”)

A minha vida podia dar um livro II

Não considero que a minha vida dê um livro mas considero que poderia dar um micro.livro. Sempre fui de poucas coisas e apenas com o passar dos anos é que comecei a valorizar e a ter em conta determinadas coisas, como maneiras de pensar reflectindo no meu aspecto físico, vestir, entre outras coisas. Não digo que não esteja quase na mesma mas, pessoalmente, sei que tive uma grande evolução. Tive a sina de enquanto pequena nenhum rapaz olhar para mim de maneira “apaixonada”, digamos mesmo que cheguei a ser gozada. Hoje as coisas são diferentes, a menina que dantes fora um pãozinho sem sal, agora já tem por onde agarrar. Quem gozava, agora observa de longe.
Confesso que gostei de alguns rapazes que não gostavam de mim, mas os que gostavam, infelizmente também nunca tiveram grande sorte. Foram poucos mesmo os que conseguiram algo de mim, e quando me refiro a algo, refiro a uma saída ao cinema, um passeio, uma conversa, uma saída à noite.
Peço desculpa a quem por mim se iludiu e no fim fiz sofrer, talvez tenha sido uma forma de eu me “vingar” (palavra feia), mas era a única forma de mostrar que gostava mas só como amigo. Alguns efectivamente permaneceram e permanecem como amigos… outros já nem tanto. O tempo e a distância não ajuda é um facto. Actualmente encontrei alguém de quem gosto, amo e que me ama a mim, pode ser uma relação de dias contados como pode não ser e quiça irá pelas nossas vidas fora. É algo que só o tempo dirá.

16 dezembro 2010

Conto XIV

Madeiro de Natal


Os “rapazes das sortes” sabem que, à saída da missa o madeiro tem de estar no adro da Igreja. Bater, cortar, serrar, empurrar “a ver se vai”… “não, não vai… tas maluco ou quê? Ainda temos muito que pernear”. Bate daqui, tira terra dali, corta acolá “deixa ver essa machada que estás aí a fazer a sorna” ou “pega-me a “serra” desse lado”… “mais um empurrãozinho…” “Está quase… fujam que já lá vai…” “Pronto, já está…” “Já está??? Quem é que consegue carregar um “burro” destes?”
Pelas cinco da manhã tudo está traçado. Empurra daqui, força dali, uuupppppaaaa!!! Vai o primeiro e o dono, com pena das vacas, protesta “bonda, assim está bem”. Pelas oito horas, o desfile aí vai. A canalhada vem à beira do Povo espreitar a proeza e juntar-se à algazarra. O mulherio, acabado de sair da Missa, espreita, no adro, enquanto se vai aquecendo ao sol e desenferrujando a língua numa de “prós e contras”.
Empoleirados lá no alto dos carros, que as vacas, mansamente e bem decoradas puxam, calmamente, os moços “das sortes”, por conta de quem a festa corre, entoam desafinados cânticos de Natal. Descarregar os pesados troncos fazendo de valentes frente àquele povo ali reunido redobra as forças. Não demora muito que um monte de troncos se ajeite para aquecer os corações e os corpos na noite de consoada, das filhós, do bacalhau com couves traçadas, bem regadas com azeite novo, Missa do Galo, noite escura iluminada pelas luzes bruxuleantes das lanternas de azeite. “Viva o madeiro qu’inda está inteiro”.

14 dezembro 2010

Amo, Amo, Amo!!!

E não fosse isto piano. Adoro tudo o que seja tocado em piano. Há músicas, mesmo, que conseguem tocar no mais fundo do nosso ser. E esta é uma delas! Pelo menos, a mim toca.

Desculpa Simone, mas tive que te "roubar" a música.

12 dezembro 2010

Heartbeat