Uma semana mais tarde fui ver o fofinho do Gato das Botas, que é delicioso, a sério, eu ia ver aquele filme mais uma vez, o problema é que isto não está para andar a gastar dinheiro no cinema muito menos em ir ver duas vezes o mesmo filme. Mas lá que ia, ia. Foi incrível como conseguiram transmitir a essência dos gatos, como efectivamente um gato costuma responder a terminadas coisas. Adorei o gato do “Uhhh”. Lindo, lindo. Enfim, deste filme não me arrependo nunca de ter ido ver.
18 dezembro 2011
Filmes, coisas e tal
Uma semana mais tarde fui ver o fofinho do Gato das Botas, que é delicioso, a sério, eu ia ver aquele filme mais uma vez, o problema é que isto não está para andar a gastar dinheiro no cinema muito menos em ir ver duas vezes o mesmo filme. Mas lá que ia, ia. Foi incrível como conseguiram transmitir a essência dos gatos, como efectivamente um gato costuma responder a terminadas coisas. Adorei o gato do “Uhhh”. Lindo, lindo. Enfim, deste filme não me arrependo nunca de ter ido ver.
15 dezembro 2011
PAP - CGD
Este plano tem mesmo ar de ter sido feito à pressão… Como é possível ser feita uma pergunta de: como é que sabemos que os portugueses vão ver crescer as suas poupanças e a resposta ser uma máquina de café? Quando toda a gente sabe como é que se faz um café… boa?! Ou será que os senhores da CGD nem isso sabem? Vão ao café e pronto? Ai, ai… Então explico.vos como é q se faz um café: habitualmente, coloca.se um pouco de café juntamente com água quente onde neste se vai dissolver. E Voilá, nada de mais. Para além de que o café fica mais forte se levar mais café do que o habitual. O automático é para quem tem preguiça de pensar, tal como a ginástica passiva é para preguiçosos que não querem fazer exercício. Logo, para mim, o PAP não passa de uma preguicite aguda.
Para que não hajam dúvidas...
José Saramago - Clarabóia
Fátima Lopes - Amigas para Sempre
Isabel Allende - O Caderno de Maya

Nicholas Sparks - Dei-te o Melhor de Mim
Uma prendinha antecipada de mim para mim =)
A Bicharada
Tareco com o Piu.Piu
Tareco na Brincadeira (com o Caramelo)
14 dezembro 2011
Músicas de Natal
Casa dos Segredos
13 dezembro 2011
É tempo de Mudar
Deus respondeu: Eles fartam-se de ser crianças e tem pressa por crescer, e depois suspiram por voltar a ser crianças…
Primeiro, perdem a saúde para ter dinheiro e logo de seguida perdem o dinheiro para ter saúde…
Pensam tão ansiosamente no futuro que descuidam do presente e assim, nem vivem o presente nem o futuro…
Vivem como se fossem morrer e morrem como se não tivessem vivido!
Reflicta sobre isso… pois ainda tem tempo para acertar a sua vida, todos os dias quando acorda, recebe o mais belo dos presentes.
A DÁDIVA DA VIDA. Deus deu-lhe a administração, faça com que realmente valha a pena.
4. Youcat (Frases, Perguntas e as suas Respostas)
A Igreja respeita tudo o que de bom e verdadeiro têm as outras religiões. Estima e apoia a liberdade de religião como um direito humano. Não obstante, sabe que Jesus Cristo é o único redentor da humanidade. Só Ele é «o Caminho, a Verdade e a Vida.» (Jo 14, 6)
Quem incessantemente procura Deus está próximo de nós, cristãos. Existe um especial grau de “afinidade” com os muçulmanos. Tal como o Judaísmo e o Cristianismo, também o Islão pertence ao Monoteísmo. Os muçulmanos adoram igualmente o Deus Criador e veneram Abraão como pai da sua fé. Para o Corão, Jesus é um grande profeta e Maria, Sua mãe, é uma mãe-profetiza. A Igreja ensina que todas as pessoas que, sem culpa própria, desconhecem Cristo e a Sua Igreja, mas buscam Deus de coração sincero e seguem a voz da própria consciência, alcançam a salvação eterna. Quem, porém, sabe que Jesus Cristo é o «Caminho, a Verdade e a Vida, mas não o quer seguir, não encontrará a salvação em outros caminhos. É isso que significa a frase em língua latina Extra ecclesiam nulla salus (“fora da Igreja não há salvação”).
É o direito de cada pessoa a seguir a própria consciência na escolha e no exercício da religião. O reconhecimento da liberdade de religião não diz expressamente que todas as religiões são iguais ou que são identicamente verdadeiras.
Deus é amor, Ele também deseja o nosso amor. Uma forma de entrega amorosa a Deus é viver como Jesus, ou seja, pobre, celibatário e obediente. Quem assim vive tem cabeça, coração e mãos livres para Deus e para a humanidade.
Surgem continuamente indivíduos que se deixam conquistar verdadeira e totalmente por Jesus, a ponto de, «por causa do Reino dos Céus» (MT 19, 12), entregarem tudo a Deus, mesmo coisas boas, como as suas riquezas, a autodeterminação e o amor conjugal. Esta existência segundo os Conselhos Evangélicos em pobreza, Castidade Celibatária e obediência, mostra a todos que o mundo não é tudo. No fundo, só o encontro “face a face” com o esposo divino fará a humanidade feliz.
“Jesus olhou para ele com simpatia e respondeu: «Falta-te uma coisa: vai vender o que tens, dá o dinheiro aos pobres e terás um tesouro no Céu. Depois vem e segue-Me!»"
Mc 10, 21
“Eu vim para que as Minhas ovelhas tenham vida e a tenham em abundância.”
Jo 10, 10
A Igreja conhece sete sacramentos: Baptismo, Confirmação, Eucaristia, Reconciliação, Unção dos Enfermos, Ordem e Matrimónio.
Precisamos dos Sacramentos para crescermos para além desta nossa vida humana pequena e para nos tornarmos, através de Jesus e como Jesus, filhos de Deus em liberdade e glória.
No Baptismo passamos de “ameaçados filhos humanos” a “protegidos filhos de Deus”; através da Confirmação, passamos de “pessoas que procuram” a “pessoas decididas”; mediante a Confissão passamos de “culpados” a “reconciliados”; pela Eucaristia passamos de “famintos” a “pão para os outros”; no Matrimónio e na Ordem passamos de “individualistas” a “servos do amor”; através da Unção dos Enfermos passamos de “desesperados” a “pessoas confiantes”. Em todos os sacramentos, o Sacramento é o próprio Cristo. N’Ele crescemos da inutilidade do egoísmo para a verdadeira Vida, que não mais acaba.
“O que era visível no nosso redentor passou para os Seus Sacramentos.”
São Leão Magno (ca. 400-461, Papa e doctor da Igreja)
Não. Os sacramentos agem por força do acto sacramental realizado (ex opere operato), isto é, independentemente da atitude moral ou da orientação espiritual do ministro. Basta ele querer fazer o que a Igreja faz.
Em todo o caso, os ministros dos Sacramentos devem ser pessoas exemplares. No entanto, não é por causa da Santidade dos seus ministros que os sacramentos se tornam eficazes, mas porque é o próprio Cristo que age por eles. Além disso, Ele tem em conta a nossa liberdade quando recebemos os sacramentos, pelo que eles só têm efeito se nos entregarmos a Cristo.
Quando, para louvar Deus, as palavras não bastam, a música ajuda-nos.
Quando nos dirigimos a Deus, fica sempre um resto que não se disse ou não se conseguiu dizer. Aí a música pode substituir-nos. A linguagem converte-se jubilosamente em canto, daí que os anjos cantem. Nas celebrações litúrgicas, a música deve tornar a oração mais bela e interior, agarrar profundamente os corações dos presentes e levá-los a Deus, proporcionando-Lhe uma festa de sons.
“Quem canta reza duas vezes.”
Santo Agostinho
O domingo é o centro do tempo cristão, pois ao domingo celebramos a ressurreição de Cristo, e cada domingo é uma pequena Páscoa.
Quando o domingo é menosprezado ou suprimido, só existem na semana dias de trabalho. O ser humano, que foi criado para a alegria, degenera-se em animal trabalhador e pateta consumista. Temos de aprender na Terra a celebrar autenticamente, pois, caso contrário, não sabemos o que fazer no Céu, onde o domingo não tem ocaso.
Os lugares centrais de uma Casa de Deus são o altar com a cruz, o Sacrário, a cadeira do presidente, o ambão, a pia baptismal e o confessionário.
O altar é o ponto central da igreja; sobre ele tornar-se presente, na celebração eucarística, a imolação da cruz e a ressurreição de Jesus Cristo; é também a mesa a que está convidado o Povo de Deus. O Sacrário, uma espécie de tesouro sagrado, num local o mais possível digno e destacado da igreja, hospeda o Pão Eucarístico, em que o próprio Senhor está presente; a chamada Luz permanente mostra que o sacrário está “habitado”; se está apagada, o Sacrário está vazio. A cadeira do Bispo ou do presbítero, em lugar de destaque, deve dizer que, no fundo, é Cristo que conduz a comunidade. O ambão, a estante de leitura da Palavra de Deus, deve permitir reconhecer o valor e a dignidade das leituras bíblicas, que contêm a Palavra de Deus vivo. Na pia baptismal celebra-se o Baptismo e as pias de água benta refrescam-nos a memória das nossas promessas baptismais. O confessionário (ou outro espaço reservado à penitência sacramental) existe para confessar a culpa e receber o perdão.
“Sou chamado a fazer ou ser algo para o qual mais ninguém é chamado; no plano de Deus e nesta terra de Deus, ocupo um espaço que mais ninguém pode ocupar. Seja eu rico ou pobre desprezado ou honrado pelos outros, Deus conhece-me e chama-me pelo meu nome.”
Beato John Henry Newman
Beata Madre Teresa
Na Santa Missa são consagrados pão e vinho, isto é, são convertidos em corpo e sangue de Cristo. Também são consagrados os bispos, os presbíteros e os diáconos para o serviço de Deus, assim como determinadas coisas, como igrejas e altares. Por vezes, também se chama ao altar principal, em que o sacerdote celebra com o povo, altar da consagração ou altar do sacrifício.