Foi apenas uma partida de mau gosto, a ver se assustava o pessoal. Mas desde ontem chegou com toda a força, que sinceramente até mete aflição, é um sufoco andar na rua, por isso, tenho muito respeito por quem tem que trabalhar ao ar livre, bebam muita água e ponham muito protector solar.
04 julho 2013
02 julho 2013
Verão, Verão porque nos abandonaste...
Cadê o sol gente?! Até ontem esteve dias maravilhosos, e que bem se esteve na praia, e hoje acordo assim? Que até tive de vestir o casaco para não rapar frio. Isto realmente há com cada coisa. Chego à conclusão que o S. Pedro foi simpático só por causa das festas populares para que não fossem celebradas ao frio...
28 junho 2013
Adoro feriados municipais! Amanhã vai saber muito bem ir à praia e dormir uma bela sesta, porque isto de estar calor tem.me dado todos os dias uma soneira a seguir ao almoço que nem vos digo. Urraaa ao feriado =p
(claro que para quem já tem folga ao sábado é mesma coisa que nada, mas não é o meu caso)
(claro que para quem já tem folga ao sábado é mesma coisa que nada, mas não é o meu caso)
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18 junho 2013
16 junho 2013
Folha Dominical 23
X Domingo do Tempo Comum
Naquele tempo, dirigia-Se Jesus para uma cidade chamada
Naim; iam com Ele os seus discípulos e uma grande multidão. Quando chegar à
porta da cidade, levavam um defunto a sepultar, filho único de sua mãe, que era
viúva. Vinha com ela muita gente da cidade. Ao vê-la, o Senhor compadeceu-Se
dela e disse-lhe: «Não chores». Jesus aproximou-Se e tocou no caixão; e os que
o transportavam pararam. Disse Jesus: «Jovem, Eu te ordeno: levanta-te». O
morto sentou-se e começou a falar; e Jesus entregou-o à sua mãe.
Todos se encheram de temor e davam glória a Deus, dizendo:
«Apareceu no meio de nós um grande profeta; Deus visitou o seu povo». E a fama
deste acontecimento espalhou-se por toda a Judeia e pelas regiões vizinhas.
(Lc 7, 11-17)
A eucaristia, a santíssima virgem e o sacerdócio são dons do
coração amado de Jesus.
Quem poderá descrever dignamente as pulsações do coração
divino, índices do seu infinito amor, naqueles momentos em que deu aos homens
os seus mais apreciados dons, isto é, a si mesmo no sacramento da eucaristia,
sua mãe santíssima, e a participação no ofício sacerdotal? Ainda antes de
celebrar a última ceia com seus discípulos, ao pensar em que ia instituir o
sacramento do seu corpo e do seu sangue, com cuja efusão devia confirmar-se a
nova aliança, sentiu o seu coração agitado de intensa emoção, que ele
manifestou aos seus apóstolos com estas palavras: “Ardentemente desejei comer
convosco este cordeiro pascal antes da minha paixão” (Lc 22, 15); emoção que,
sem dúvida, foi ainda mais veemente quando ele “tomou o pão, deu graças,
partiu-o e deu-o a eles, dizendo: ‘Isto é meu corpo, que se dá por vós; fazei
isto em memória de mim’. Do mesmo modo tomou o cálice, depois de haver ceado,
dizendo: ‘Este cálice é a nova aliança em meu sangue, que por vós será derramado’”
(Lc 22, 19-20). Com razão, pois, pode-se afirmar que a divina eucaristia, como
sacramento que ele dá aos homens e como sacrifício que ele mesmo continuamente
imola “desde o nascente até o poente” (Ml1, 11), e também o sacerdócio, são,
sem dúvida, dons do sagrado coração de Jesus. Dom igualmente precioso do mesmo sagrado coração é, como
indicávamos, a santíssima Virgem, Mãe excelsa de Deus e Mãe amadíssima de todos
nós, era justo que o género humano tivesse por mãe espiritual aquela que foi
mãe natural do nosso Redentor, a ele associada na obra de regeneração dos
filhos de Eva para a vida da graça. A propósito disso, escreve a respeito dela
santo Agostinho: “Evidentemente ela é mãe dos membros do Salvador, que somos
nós, porque com a sua caridade cooperou para que nascessem na Igreja os fiéis,
que são membros daquela cabeça”. Ao dom incruento de si mesmo sob as espécies
do pão e do vinho, Jesus Cristo nosso Salvador quis unir, como testemunho da
sua caridade íntima e infinita, o sacrifício cruento da cruz. Fazendo isso, deu
exemplo daquela sublime caridade que com as seguintes palavras ele mostrara aos
seus discípulos como meta suprema de amor: “ Ninguém tem amor maior do que
aquele que dá sua vida pelos amigos” (Jo 15, 13). Pelo que o amor de Jesus Cristo,
Filho de Deus, revela no sacrifício do Gólgota, de modo o mais eloquente, o
amor do próprio Deus: “Nisto conhecemos a caridade de Deus: em haver ele dado
sua vida por nós; e assim nós devemos dar a nossa vida por nossos irmãos” (1 Jo
3, 16). Certamente, o divino Redentor foi crucificado mais pela força do amor
do que pela violência dos algozes, e o seu holocausto voluntário é dom supremo
feito a cada um dos homens, segundo a incisiva expressão do Apóstolo: “Amou-me
entregou-se por mim” (Gl 2, 20).
(da encíclica Haurietis Aquas nº34 a 38, Papa Pio XII)
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08 junho 2013
Pensamento
“Educar é semear com sabedoria e colher com paciência.”
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06 junho 2013
Diz.se que...
Uma coisa é quando somos nós que temos de ser eficazes nas nossas acções, outra é quando estamos à espera que uma máquina/aparelho o seja e depois vai.se a ver e está a falhar.nos! Baaahhh
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03 junho 2013
Folha Dominical 22
Domingo da Santíssima Trindade
Naquele tempo, estava Jesus a falar à multidão sobre o reino
de Deus e a curar aqueles que necessitavam. O dia começava a declinar.
Então os Doze aproximaram-se e disseram-Lhe: «Manda embora a
multidão para ir procurar pousada e alimento às aldeias e casais mais próximos,
pois aqui estamos num local deserto». Disse-lhes Jesus: «Dai-lhes vós de
comer». Mas eles responderam: «Não temos senão cinco pães e dois peixes; só se
formos nós mesmos comprar comida para todo esse povo».
Disse Jesus aos discípulos: «Mandai-os sentar por grupos de
cinquenta». Assim fizeram e todos se sentaram. Então Jesus tomou os cinco pães
e os dois peixes, ergueu os olhos ao Céu e pronunciou sobre eles a bênção.
Depois partiu-os e deu-os aos discípulos, para eles os distribuírem pela
multidão. Todos comeram e ficaram saciados; e ainda recolheram doze cestos dos
pedaços que sobraram.
(Lc 9, 116-17)
Se verdadeiramente a Eucaristia é fonte e ápice da vida e da
missão da Igreja, temos de concluir antes de mais que o caminho de iniciação
cristã tem como ponto de referência tornar possível o acesso a tal sacramento.
A propósito, devemos interrogar-nos – como sugeriram os padres sinodais – se as
nossas comunidades cristãs têm suficiente noção do vínculo estreito que há
entre Batismo, Confirmação e Eucaristia; de facto, é preciso não esquecer
jamais que somos batizados e crismados em ordem à Eucaristia. Este dado implica
o compromisso de favorecer na ação pastoral uma compreensão mais unitária do
percurso de iniciação cristã. O sacramento do Batismo, pelo qual somos
configurados a Cristo, incorporados na Igreja e feitos filhos de Deus,
constitui a porta de acesso a todos os sacramentos; através dele, somos
inseridos no único corpo de Cristo (1 Cor 12, 13), povo sacerdotal. Mas é a
participação no sacrifício eucarístico que aperfeiçoa, em nós, o que recebemos
no Batismo. Também os dons do Espírito são concedidos para a edificação do
corpo de Cristo (1 Cor 12) e o crescimento do testemunho evangélico no mundo.
Portanto, a santíssima Eucaristia leva à plenitude a iniciação cristã e
coloca-se como centro e termo de toda a vida sacramental.
(Sacramentum Caritatis nº17, Bento XVI)
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02 junho 2013
30 maio 2013
Leituras
Com estas mudanças todas na minha vida, também acabei,
entretanto, mais um livro. Desta feita foi da autora Nora Roberts a escrever
como J. D. Robb, mais precisamente a Testemunha Mortal. Foi o primeiro que li
desta autora e se calhar comecei mal, talvez devesse ter iniciado com um livro
de sua autoria e não por um pseudónimo. Porque para dizer a verdade não fiquei
fã, é um policial, com algum romance e que dá umas grandes voltas, mas não é
nada de mais, não senti nenhum suspense, nem emoção, foi tudo um pouco
previsível. No entanto vou dar uma nova chance, mas desta vez a um da sua
autoria e veremos no que dá…
Deixo aqui o resumo do livro: “Na noite em que a tenente Eve
Dallas e o seu marido Roarke assistem à estreia de uma peça de teatro baseada
numa história de Agatha Christie, testemunham a morte ao vivo de Richard Draco,
o ator principal, assassinado por uma faca real em pleno palco. Eve rapidamente
se vê a assumir o clássico papel de detetive que tem de descobrir o autor do
crime.
Mas todos os suspeitos tinham uma razão para desprezar a
vítima, um misógino que abusava das mulheres, incluindo uma que sabia ser sua
filha. O conflito emocional de Eve torna-se mais intenso à medida que avança no
caso pois o seu próprio passado volta a assombrá-la. Só Roarke poderá
protegê-la e tentar curar Eve do negrume desse passado. Se falhar, talvez não
haja um futuro…”
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