04 julho 2013

Folha Dominical 24

XI Domingo do Tempo Comum

Naquele tempo, um fariseu convidou Jesus para comer com ele. Jesus entrou em casa do fariseu e tomou lugar à mesa. Então, uma mulher – uma pescadora que vivia na cidade – ao saber que Ele estava à mesa em casa do fariseu, trouxe um vaso de alabastro com perfume; pôs-se atrás de Jesus e, chorando muito, banhava-Lhe os pés com as lágrimas e enxugava-lhos com os cabelos, beijava-os e ungia-os com o perfume.
Ao ver isto, o fariseu que tinha convidado Jesus pensou consigo: «Se este homem fosse profeta, saberia que a mulher que O toca é uma pecadora». Jesus tomou a palavra e disse-lhe: «Simão, tenho uma coisa a dizer-te». Ele respondeu: «Fala, Mestre».
Jesus continuou: «Certo credor tinha dois devedores: um devia-lhe quinhentos denários e o outro cinquenta. Como não tinham com que pagar, perdoou a ambos. Qual deles ficará mais seu amigo?» Respondeu Simão: «Aquele – suponho eu – a quem mais perdoou». Disse-lhe Jesus «Julgaste bem». E voltando-Se para a mulher, disse a Simão: «Vês esta mulher? Entrei em tua casa e não Me deste água para os pés; mas ela banhou-Me os pés com as lágrimas e enxugou-os com os cabelos. Não Me deste o ósculo; mas ela, desde que entrei, não cessou de beijar-Me os pés. Não Me derramaste óleo na cabeça; mas ela ungiu-Me os pés com perfume. Por isso te digo: São-lhe perdoados os seus muitos pecados, porque muito amou; mas aquele a quem pouco se perdoa, pouco ama». Depois disse à mulher: «Os teus pecados estão perdoados».
Então os convivas começaram a dizer entre si: «Quem é este homem, que até perdoa os pecados?» Mas Jesus disse à mulher: «A tua fé te salvou. Vai em paz».
Depois disso, Jesus ia caminhando por cidades e aldeias, a pregar e a anunciar a boa nova do reino de Deus. Acompanhavam-n’O os Doze, bem como algumas mulheres que tinham sido curadas de espíritos malignos e de enfermidades. Eram Maria, chamada Madalena, de quem tinham saído sete demónios, Joana, mulher de Cusa, administrador de Herodes, Susana e muitas outras, que serviam Jesus com os seus bens.
(Lc 7, 36-8,3)

303. Quais são os atos do penitente?

São: um diligente exame de consciência; a contrição (ou arrependimento), que é perfeita, quando é motivada pelo amor a Deus, e imperfeita, se fundada sobre outros motivos, e que inclui o propósito de não mais pecar; a confissão, que consiste na acusação dos pecados feita diante do sacerdote; a satisfação, ou seja, o cumprimento de certos atos de penitência, que o confessor impõe ao penitente para reparar o dano causado pelo pecado. (do compêndio do Catecismo da Igreja Católica).

Afinal não nos abandonou não...

Foi apenas uma partida de mau gosto, a ver se assustava o pessoal. Mas desde ontem chegou com toda a força, que sinceramente até mete aflição, é um sufoco andar na rua, por isso, tenho muito respeito por quem tem que trabalhar ao ar livre, bebam muita água e ponham muito protector solar.

02 julho 2013

Verão, Verão porque nos abandonaste...

Cadê o sol gente?! Até ontem esteve dias maravilhosos, e que bem se esteve na praia, e hoje acordo assim? Que até tive de vestir o casaco para não rapar frio. Isto realmente há com cada coisa. Chego à conclusão que o S. Pedro foi simpático só por causa das festas populares para que não fossem celebradas ao frio...

28 junho 2013

Adoro feriados municipais! Amanhã vai saber muito bem ir à praia e dormir uma bela sesta, porque isto de estar calor tem.me dado todos os dias uma soneira a seguir ao almoço que nem vos digo. Urraaa ao feriado =p
(claro que para quem já tem folga ao sábado é mesma coisa que nada, mas não é o meu caso)

18 junho 2013

16 junho 2013

Folha Dominical 23

X Domingo do Tempo Comum

Naquele tempo, dirigia-Se Jesus para uma cidade chamada Naim; iam com Ele os seus discípulos e uma grande multidão. Quando chegar à porta da cidade, levavam um defunto a sepultar, filho único de sua mãe, que era viúva. Vinha com ela muita gente da cidade. Ao vê-la, o Senhor compadeceu-Se dela e disse-lhe: «Não chores». Jesus aproximou-Se e tocou no caixão; e os que o transportavam pararam. Disse Jesus: «Jovem, Eu te ordeno: levanta-te». O morto sentou-se e começou a falar; e Jesus entregou-o à sua mãe.
Todos se encheram de temor e davam glória a Deus, dizendo: «Apareceu no meio de nós um grande profeta; Deus visitou o seu povo». E a fama deste acontecimento espalhou-se por toda a Judeia e pelas regiões vizinhas.
(Lc 7, 11-17)

A eucaristia, a santíssima virgem e o sacerdócio são dons do coração amado de Jesus.
Quem poderá descrever dignamente as pulsações do coração divino, índices do seu infinito amor, naqueles momentos em que deu aos homens os seus mais apreciados dons, isto é, a si mesmo no sacramento da eucaristia, sua mãe santíssima, e a participação no ofício sacerdotal? Ainda antes de celebrar a última ceia com seus discípulos, ao pensar em que ia instituir o sacramento do seu corpo e do seu sangue, com cuja efusão devia confirmar-se a nova aliança, sentiu o seu coração agitado de intensa emoção, que ele manifestou aos seus apóstolos com estas palavras: “Ardentemente desejei comer convosco este cordeiro pascal antes da minha paixão” (Lc 22, 15); emoção que, sem dúvida, foi ainda mais veemente quando ele “tomou o pão, deu graças, partiu-o e deu-o a eles, dizendo: ‘Isto é meu corpo, que se dá por vós; fazei isto em memória de mim’. Do mesmo modo tomou o cálice, depois de haver ceado, dizendo: ‘Este cálice é a nova aliança em meu sangue, que por vós será derramado’” (Lc 22, 19-20). Com razão, pois, pode-se afirmar que a divina eucaristia, como sacramento que ele dá aos homens e como sacrifício que ele mesmo continuamente imola “desde o nascente até o poente” (Ml1, 11), e também o sacerdócio, são, sem dúvida, dons do sagrado coração de Jesus. Dom igualmente  precioso do mesmo sagrado coração é, como indicávamos, a santíssima Virgem, Mãe excelsa de Deus e Mãe amadíssima de todos nós, era justo que o género humano tivesse por mãe espiritual aquela que foi mãe natural do nosso Redentor, a ele associada na obra de regeneração dos filhos de Eva para a vida da graça. A propósito disso, escreve a respeito dela santo Agostinho: “Evidentemente ela é mãe dos membros do Salvador, que somos nós, porque com a sua caridade cooperou para que nascessem na Igreja os fiéis, que são membros daquela cabeça”. Ao dom incruento de si mesmo sob as espécies do pão e do vinho, Jesus Cristo nosso Salvador quis unir, como testemunho da sua caridade íntima e infinita, o sacrifício cruento da cruz. Fazendo isso, deu exemplo daquela sublime caridade que com as seguintes palavras ele mostrara aos seus discípulos como meta suprema de amor: “ Ninguém tem amor maior do que aquele que dá sua vida pelos amigos” (Jo 15, 13). Pelo que o amor de Jesus Cristo, Filho de Deus, revela no sacrifício do Gólgota, de modo o mais eloquente, o amor do próprio Deus: “Nisto conhecemos a caridade de Deus: em haver ele dado sua vida por nós; e assim nós devemos dar a nossa vida por nossos irmãos” (1 Jo 3, 16). Certamente, o divino Redentor foi crucificado mais pela força do amor do que pela violência dos algozes, e o seu holocausto voluntário é dom supremo feito a cada um dos homens, segundo a incisiva expressão do Apóstolo: “Amou-me entregou-se por mim” (Gl 2, 20).

(da encíclica Haurietis Aquas nº34 a 38, Papa Pio XII)

08 junho 2013

Pensamento

“Educar é semear com sabedoria e colher com paciência.”

06 junho 2013

Diz.se que...

Uma coisa é quando somos nós que temos de ser eficazes nas nossas acções, outra é quando estamos à espera que uma máquina/aparelho o seja e depois vai.se a ver e está a falhar.nos! Baaahhh

03 junho 2013

Folha Dominical 22

Domingo da Santíssima Trindade

Naquele tempo, estava Jesus a falar à multidão sobre o reino de Deus e a curar aqueles que necessitavam. O dia começava a declinar.
Então os Doze aproximaram-se e disseram-Lhe: «Manda embora a multidão para ir procurar pousada e alimento às aldeias e casais mais próximos, pois aqui estamos num local deserto». Disse-lhes Jesus: «Dai-lhes vós de comer». Mas eles responderam: «Não temos senão cinco pães e dois peixes; só se formos nós mesmos comprar comida para todo esse povo».
Disse Jesus aos discípulos: «Mandai-os sentar por grupos de cinquenta». Assim fizeram e todos se sentaram. Então Jesus tomou os cinco pães e os dois peixes, ergueu os olhos ao Céu e pronunciou sobre eles a bênção. Depois partiu-os e deu-os aos discípulos, para eles os distribuírem pela multidão. Todos comeram e ficaram saciados; e ainda recolheram doze cestos dos pedaços que sobraram.
(Lc 9, 116-17)

Se verdadeiramente a Eucaristia é fonte e ápice da vida e da missão da Igreja, temos de concluir antes de mais que o caminho de iniciação cristã tem como ponto de referência tornar possível o acesso a tal sacramento. A propósito, devemos interrogar-nos – como sugeriram os padres sinodais – se as nossas comunidades cristãs têm suficiente noção do vínculo estreito que há entre Batismo, Confirmação e Eucaristia; de facto, é preciso não esquecer jamais que somos batizados e crismados em ordem à Eucaristia. Este dado implica o compromisso de favorecer na ação pastoral uma compreensão mais unitária do percurso de iniciação cristã. O sacramento do Batismo, pelo qual somos configurados a Cristo, incorporados na Igreja e feitos filhos de Deus, constitui a porta de acesso a todos os sacramentos; através dele, somos inseridos no único corpo de Cristo (1 Cor 12, 13), povo sacerdotal. Mas é a participação no sacrifício eucarístico que aperfeiçoa, em nós, o que recebemos no Batismo. Também os dons do Espírito são concedidos para a edificação do corpo de Cristo (1 Cor 12) e o crescimento do testemunho evangélico no mundo. Portanto, a santíssima Eucaristia leva à plenitude a iniciação cristã e coloca-se como centro e termo de toda a vida sacramental.

(Sacramentum Caritatis nº17, Bento XVI)

02 junho 2013

Que bem que eu ia para a praia amanhã *.*