05 novembro 2013

Folha Dominical 38

XXXI Domingo do Tempo Comum – Ano C

Naquele tempo, Jesus entrou em Jericó e começou a atravessar a cidade. Vivia ali um homem rico chamado Zaqueu, que era chefe de publicanos. Procurava ver quem era Jesus, mas, devido, à multidão, não podia vê-l’O, porque era de pequena estatura. Então correu mais à frente e subiu a um sicómoro, para ver Jesus, que havia de passar por ali. Quando Jesus chegou ao local, olhou para cima e disse-lhe: «Zaqueu, desce depressa, que Eu hoje devo ficar em tua casa». Ele desceu rapidamente e recebeu Jesus com alegria. Ao verem isto, todos murmuravam, dizendo: «Foi hospedar-Se em casa dum pecador». Entretanto, Zaqueu apresentou-se ao Senhor, dizendo: «Senhor, vou dar aos pobres metade dos meus bens e, se causei qualquer prejuízo a alguém, restituirei quatro vezes mais.» Disse-lhe Jesus: «Hoje entrou a salvação nesta casa, porque Zaqueu também é filho de Abraão. Com efeito, o Filho do homem veio procurar e salvar o que estava perdido». 
(Lc 19, 1-10)


5. Gostaria de encorajar a todos para que se façam portadores da Boa Nova de Cristo e agradeço, de modo especial, aos missionários e às missionárias, aos presbíteros fidei donum, aos religiosos e às religiosas, aos fiéis leigos – cada vez mais numerosos – que, acolhendo a chamada do Senhor, deixaram a própria pátria para servir o Evangelho em terras e culturas diferentes. Mas queria também sublinhar como as próprias Igrejas jovens se estão empenhando generosamente no envio de missionários às Igrejas que se encontram em dificuldade – não raro Igrejas de antiga cristandade – levando assim o vigor e o entusiasmo com que elas mesmas vivem a fé que renova a vida e dá esperança. Viver com este fôlego universal, respondendo ao mandato de Jesus «ide, pois, fazei discípulos de todos os povos» (Mt 28, 19), é uma riqueza para cada Igreja particular, para cada comunidade; e dar missionários nunca é uma perda, mas um ganho. Faço apelo, a todos aqueles que sentem esta chamada, para que correspondam generosamente à voz do Espírito, segundo o próprio estado de vida, e não tenham medo de ser generosos com o Senhor. Convido também os bispos, as famílias religiosas, as comunidades e todas as agregações cristãs a apoiarem, com perspicácia e cuidadoso discernimento, a vocação missionária ad gentes e a ajudarem as Igrejas que precisam de sacerdotes, de religiosos e religiosas e de leigos para revigorar a comunidade cristã. E a mesma atenção deveria estar presente entre as Igrejas que fazem parte de uma Conferência Episcopal ou de uma Região: é importante que as Igrejas mais ricas de vocações ajudem, com generosidade, aquelas que padecem a sua escassez. Ao mesmo tempo exorto os missionários e as missionárias, especialmente os presbíteros fidei donum e os leigos, a viverem com alegria o seu precioso serviço nas Igrejas aonde foram enviados e a levarem a sua alegria e esperança às Igrejas donde provêm, recordando como Paulo e Barnabé, no final da sua primeira viagem missionária, «contaram tudo o que Deus fizera com eles e como abrira aos pagãos a porta da fé» (Act 14, 27). Eles podem assim tornar-se caminho para uma espécie de «restituição» da fé, levando o vigor das Igrejas jovens às Igrejas de antiga cristandade a fim de que estas reencontrem o entusiasmo e a alegria de partilhar a fé, numa permuta que é enriquecimento recíproco no caminho de seguimento do Senhor. A solicitude por todas as Igrejas, que o Bispo de Roma partilha com os irmãos Bispos, encontra uma importante aplicação no empenho das Obras Missionárias Pontificas, cuja finalidade é animar e aprofundar a consciência missionária de cada baptizado e de cada comunidade, seja apelando à necessidade de uma formação missionária mais profunda de todo o Povo de Deus, seja alimentando a sensibilidade das comunidades cristãs para darem a sua ajuda a favor da difusão do Evangelho no mundo. Por fim, o meu pensamento vai pra os cristãos que, em várias partes do mundo, encontram dificuldade em professar abertamente a própria fé e ver reconhecido o direito a vivê-la dignamente. São nossos irmãos e irmãs, testemunhas corajosas – ainda mais numerosas do que os mártires nos primeiros séculos – que suportam com perseverança apostólica as várias formas actuais de perseguição. Não poucos arriscam a própria vida para permanecer fiéis ao Evangelho de Cristo. Desejo assegurar que estou unido, pela oração, às pessoas, às famílias e às comunidades que sofrem violência e intolerância, e repito-lhes as palavras consoladoras de Jesus: «Tende confiança, Eu já venci o mundo» (Jo 16, 33). Bento XXI exortava: «Que “a Palavra do Senhor avance e seja glorificada” (2Ts 3, 1)! Possa este Ano da Fé tornar cada vez mais firme a relação com Cristo Senhor, dado que só n’Ele temos a certeza para olhar o futuro e a garantia dum amor autêntico e duradouro» (Carta ap. Porta fidei, 15). Tais são os meus votos para o Dia Mundial das Missões deste ano. Abençoo de todo o coração os missionários e as missionárias e todos os cantos da terra e nós, ministros do Evangelho e missionários, possamos experimentar «a suave e reconfortante alegria de evangelizar» 
(Paulo VI Exort. Ap. Evangelii nuntiandi, 80).

Pensamento

“O lar é como que um ser vivo e animado com uma alma que envolve todos os que são do mesmo sangue, que têm o mesmo nome, a família, que conserva nela e salvaguarda a vida, a fé, o trabalho, a alegria, o amor, tudo associado a posto em comum, com as mesmas recordações e as mesmas esperanças.” 
Monsenhor Brás

31 outubro 2013

Este Mês :: 27 de Novembro

Santa Catarina Labouré, nasceu em Fain-lès-Moutiers, França, a 2 de Maio de 1806. Quando tinha nove anos sua mãe morreu e Catarina, a pedido de seu pai, passou a cuidar de dois de seus irmãos. Sentiu uma forte vocação religiosa e entrou para as Irmãs da Caridade. Tendo cedo perdido a mãe, era especialmente apegada à Virgem Maria. Morreu em 31 de Dezembro de 1876. O seu corpo foi exumado em 1933, sendo encontrado incorrupto. Hoje é exposto à veneração na capela de sua Ordem. Foi beatificada em 1933 pelo Papa Pio XI e canonizada em 27 de Julho de 1947 por Pio XII. A sua festa litúrgica celebra-se a 27 de Novembro.

Procurai a minha face

Foi uma leitura prolongada, mas finalmente terminei. Este livro deu-me muito sono, é um facto, e estive mesmo mesmo para o meter para um canto, mas depois olhava para ele e pensava que merecia mais uma oportunidade e assim foi, uma e outra e outra e outra vez. Mas… não gostei, só pelo facto de ser muito monótono, muito pormenorizado, com detalhes muito pouco relevantes para a história, enfim, muitas partes “encher chouriços”, falar sobre arte que (infelizmente, talvez) não me cativa. Não conheço o autor, pelos vistos é uma prática dele, e os seus fãs apreciam. Ainda bem, porque não se pode gostar todos do mesmo. Trata-se de um livro de John Updike – “Procurai a minha face”, não o comprei, ele veio de acrescento com um livro que comprei e claro je agradece, e como já disse dei muitas hipóteses mas li e terminei e estou muito orgulhosa. Deixo aqui o resumo do livro e um enxerto que abri ao acaso no livro e que até achei interessante, o resumo:
“Num dia de Primavera em Vermont, uma pintora de setenta e nove anos, Hope Chafetz, conta a história da sua vida a Kathryn, uma jovem entrevistadora de Nova Iorque. As perguntas fazem com que Hope regresse à sua juventude, aos dias conturbados do pós-guerra da arte americana e aos seus relacionamentos com os artistas que marcaram os seus tempos. À medida que o tempo vai passando, entrevistadora e entrevistada tentam compreender-se mutuamente através da diferença de idade, da experiência e do tempo que existe entre elas. E subtilmente, enquanto se vão conhecendo uma à outra, o seu relacionamento muda.”

O resumo nas minhas palavras, trata-se de uma entrevista a uma antiga pintora que conta a sua vida, nomeadamente os seus casamentos, a relação com os filhos, os seus relacionamentos conjugais e extra conjugais, a revolta da filha, entre outros assuntos pouco mais relevantes. No meio desta conversa toda que ocupa um dia inteiro, dão lugar a outras conversas, principalmente sobre a vida da jornalista, e tentam descobrir uma amizade entre elas onde acabam por partilhar refeições e descobre as divisões da casa desta idosa pintora.

O enxerto:
“- (…) Sei que a menina e os da sua geração pensarão que estou louca, mas a não-existência de Deus é uma coisa a que não me habituo, que me parece antinatural.
Os lábios de Kathryn, complicadas tranças de músculos, vistos de perto debaixo desta fria luz natural, desenhados para dar prazer a si mesma e aos outros se não temer a contaminação (mas como pode a sua geração não a temer tal como a de Hope temia a coacção?), hesitam tentando encontrar as palavras certas, o cérebro talvez confundido por esta saída não solicitada para o exterior, onde pequenas gotas de chuva rasgam pequenos buracos no céu da sensação. Ou talvez, se for judia, seja incapaz de colocar a questão de Deus exactamente como o faria um cristão em termos alternativos de existência ou não-existência. Para o povo escolhido, a relação com Deus evoluiu para além da possibilidade de o considerar um conhecido com o qual uma pessoa deixou de se dar, convertendo-se numa familiaridade que dá origem ao desprezo; foi assim que Bernie o expôs a Hope, o seu enorme corpo fatigado cheirando a suor e a tabaco, estendido ao seu lado na cama enquanto no andar de baixo as telas lançavam gritos inaudíveis de cor uniforme e apaixonada. Ser judeu divertia-o, brincava com esse facto, amontoava essas cinzas sobre a sua cabeça de dandy e transformava a sua fúria tribal num Socialismo visionário.
- Tive um namorado – afirma Kathryn hesitante – que estava a preparar o mestrado em física em Columbia e que me disse que, com o conhecimento que os investigadores alcançaram actualmente, não há lugar para Deus no universo.
- Em nós, minha querida. Esse lugar está em nós, fracos e tolos como somos.
- Ele explicou-me que era uma questão de energia, de equações. Que por fim todos os elementos se afastarão muito uns dos outros e passarão triliões de anos com tudo escuro e morto. Não haverá lugar onde possamos estar, mesmo sendo almas puras. Também elas precisam de energia.
Estas palavras provocaram arrepios em Hope. Não pode ignorar que os pingos de chuva lhes caem nas mãos e no rosto, batendo também nos anoraques sintéticos.
- De um certo ponto de vista, tenho a certeza de que ele tem razão – diz Hope impaciente. – Mas olhe ali para o bosque, pode ver um pouco do telhado da casa da nascente. E pode ver o caminho que leva até lá e a uma paisagem ainda mais fascinante. Todos os Verões, temos de derrubar algumas árvores para manter a vista. Digo “nós” porque evidentemente são os homens que contrato que o fazem. Uma família de chauvinistas que odeiam receber ordens de uma mulher.
- Eu…
- Pode prescindir da paisagem, bem sei. Vamos voltar para dentro antes que a água para o chá se evapore completamente. (…)”


29 outubro 2013

Tãaa lindaa ^^,


Secret Lie - Love Me Untill The End Of Time

Os novíssimos na minha pequena biblioteca:

Na semana passada aproveitei uma promoção de 25% de desconto em cartão no Continente e fui comprar dois livros que andava a ansiar por comprá-los a um preço jeitoso:
Ainda Sonho Contigo  de Fannie Flagg


E o último livro da Saga Hush, Hush. Finale de Becca Fitzpatrick


Folha Dominical 37

XXX Domingo do Tempo Comum

Naquele tempo, Jesus disse a seguinte parábola para alguns que se consideravam justos e desprezavam os outros: «Dois homens subiram ao templo para orar, um era fariseu e o outro publicano. O fariseu, de pé, orava assim: ‘Meu Deus, dou-Vos graças por não ser como os outros homens, que são ladrões, injustos e adúlteros, nem como este publicano. Jejuo duas vezes por semana e pago o dízimo de todos os meus rendimentos’.
O publicano ficou a distância e nem sequer se atrevia a erguer os olhos ao Céu; Mas batia no peito e dizia: ‘Meu Deus, tende compaixão de mim, que sou pecador’. Eu vos digo que este desceu justificado para sua casa e o outro não. Porque todo aquele que se exalta será humilhado e quem se humilha será exaltado».
(Lc 18, 9-14)

Na nossa época, a difusa mobilidade e a facilidade de comunicação através dos novos meios de comunicação misturaram entre si os povos, os conhecimentos e as experiências. Por motivos de trabalho, há famílias inteiras que se deslocam de um continente para outro; os intercâmbios profissionais e culturais, assim como o turismo e fenómenos análogos impelem a um amplo movimento de pessoas. Às vezes, resulta difícil até mesmo para as comunidades paroquiais conhecer, de modo seguro e profundo, quem está de passagem ou quem vive estavelmente no território. Além disso, em áreas sempre mais amplas das regiões tradicionalmente cristãs, cresce o número daqueles que vivem alheios à fé, indiferentes à dimensão religiosa ou animados por outras crenças. Não raro, alguns baptizados fazem opções de vida que os afastam da fé, tornando-os assim carecidos de uma «nova evangelização». A tudo isso se junta o facto de que larga parte da humanidade ainda não foi atingida pela Boa Nova de Jesus Cristo. Ademais vivemos num momento de crise que atinge vários sectores da existência, e não apenas os da economia, das finanças, da segurança alimentar, do meio ambiente, mas também os do sentido profundo da vida e dos valores fundamentais que a animam. A própria convivência humana está marcada por tensões e conflitos, que provocam insegurança e dificultam o caminho para uma paz estável. Nesta complexa situação, onde o horizonte do presente e do futuro parecem atravessados por nuvens ameaçadoras, torna-se ainda mais urgente levar corajosamente a todas as realidades o Evangelho de Cristo, que é anúncio de esperança, de reconciliação, de comunhão, anúncio da proximidade de Deus, da sua misericórdia, da sua salvação, anúncio de que a força de amor de Deus é capaz de vencer as trevas do mal e guiar pelo caminho do bem. O homem do nosso testemunho de amor, levemos a este mundo a esperança que nos dá a fé! A missionariedade da Igreja não é proselitismo, mas testemunho de vida que ilumina o caminho, que traz esperança e amor. A Igreja – repito mais uma vez – não é uma organização assistencial, uma empresa, uma ONG, mas uma comunidade de pessoas, animadas pela acção do Espírito Santo, que viveram e vivem a maravilha do encontro com Jesus Cristo e desejam partilhar esta experiência de profunda alegria, partilhar a Mensagem de salvação que o Senhor nos trouxe. É justamente o Espírito Santo que guia a Igreja neste caminho.

(da mensagem de Sua Santidade Papa Francisco para o Dia Mundial das Missões 2013)

24 outubro 2013

Caminhos de Sabedoria *2

A Arte de Ser

Enquanto viveres, vai aprendendo a viver. 
Séneca (c.55 A. C. – c.40 D. C.)

Segue aquilo que amas!... Não te importes por perguntar do que é que “eles” estão à espera. Pergunta o que te vai na alma. Não sigas os teus interesses pessoais, que mudam, mas segue o que és e o que amas, pois isso não irá nem deverá mudar. 
Georgie Anne Geyer

… só quando já não temos medo começamos a aproveitar todas as experiências, dolorosas ou alegres; a agradecer cada momento, a viver bem. 
Dorothy Thompson (1894 – 1961)

O segredo da felicidade não é fazer só o que se gosta, mas gostar do que tem de ser feito. 
Sir James M. Barrie (1860 – 1937)

Não se conquista nada de importante sem entusiasmo. 
Ralph Waldo Emerson (1803 – 1882)

Na habitação, vive perto do chão. No pensamento, reduz-te à simplicidade. No conflito, sê justo e generoso. No trabalho, faz o que gostas. Na vida familiar, sê completamente presente. 
Tao Te Ching

Sê amigável – é o caminho para a felicidade. Sonha – é o que prende o teu comboio a uma estrela. Olha à tua volta – a vida é curta para se ser egoísta. Ri – é a música da alma. 
Antiga Oração Inglesa

Quanto mais depressa confiares em ti, mais depressa saberás viver. 
Johann Wolfgang Von Goethe (1749 – 1832)

A única verdadeira satisfação que existe é o crescimento interior contínuo, a tornar-se mais justo, verdadeiro, generoso, simples, mais homem, mais mulher, amável, activo. Todos podemos realizar isto, fazendo o melhor possível a cada dia. 
James Freeman Clarke (1810 – 1888)

É preciso que nos tentemos superar sempre; esta ocupação tem que durar a vida inteira. 
Rainha Cristina da Suécia

A vida está cheia de obrigações e de responsabilidades, mas nenhuma é mais básica, mais primordial, do que as responsabilidades que temos para connosco. 
Erin Brockovich, em Take It From Me

É isto que é realmente o conhecimento. É descobrir algo por ti próprio com dor, alegria, exultação, com trabalho e com pequenos momentos recatados da nossa vida até que nos pertença, até que esteja estabelecido na estrutura das nossas vidas. 
Thomas Wolfe (1900 – 1938)

Tens de caminhar nesse vale de solidão, tens de o percorrer sozinho. Ninguém pode fazê-lo por ti, tens de o percorrer sozinho. 
Autor desconhecido

Termina cada dia e dá-o por vivido. Fizeste o que pudeste. Sem dúvida cometeste muitos erros e absurdos; esquece-os o mais depressa que conseguires. 
Ralph Waldo Emerson (1803 – 1882)


Nada de importante é criado de repente, nem um cacho de uvas ou um figo. Se quiseres um figo, é preciso tempo. Deixa-o crescer, cuida dele e deixa amanhecer. 
Epicteto (c. 55 – 135 D.C.)

Amor é...

… vive cada êxito a dois.
Tudo aquilo de que gosto perde metade do seu prazer se tu não estás ali a partilhá-lo comigo. José Ortega y Gasset

…necessidade de alargar horizontes.
Se os vossos gestos de amor são pobres de amor, não condeneis os gestos, mas vós próprios e os vossos sentimentos. Dino Semplici

… não pisar os outros com os teus sucessos.
Confiança e estima são os pilares do amor. Sem eles o amor não pode existir, porque sem estima o amor não tem valor, e sem confiança não tem alegria. Heinrich Kleist

… nunca mentir. A mentira nada resolve, só gere desconfiança.
O amor é um tesouro que nem a traça nem a ferrugem conseguem destruir. Henrique Ibsen

… não agredir o outro quando te aconselha ou não pensa como tu.
A harmonia entre duas pessoas nunca está definitivamente adquirida, mas deve conquistar-se todos os dias. Paul Claudel

… não se deixar inchar de orgulho e vaidade.
O amor não procura agradar a si mesmo, nem cuida de si próprio, mas dá-se todo ao outro. William Blake

… congratular-se com o sucesso do outro e não se desviar para o ignorar.
Tu fazes nascer todo o sol que há dentro de mim. Paul Claudel

… descobrir que somos diferentes. É a liberdade do verdadeiro amor.
Sai sempre vitorioso quem aceita e respeita a ânsia de liberdade do seu próximo. Jolang Chan


Os segredos para ser mais feliz de Maria Rosa Guerrini

22 outubro 2013

Miley Cyrus - Wrecking Ball

É um facto que a rapariga não anda a seguir os melhores caminhos, e que se está a tornar numa tarada sexual e exibicionista mas pronto cada uma segue o caminho que quer. Mas em relação à última música dela, até nem desgosto, é uma musiquinha simpática de ouvir ^^,