Antes de ontem foi dia de ir outra vez ao nutricionista,
emagreci 2,3kg em quinze dias!! Ieee...!!! O que até é muito bom sinal. Receitou.me mais
umas vitaminas que servem para reduzir a vontade de comer doces, o que tem sido
um autêntico martírio, tanto que nem resisto a uma tentação de vez em quando. E
ontem foi para ir à médica de família falar dos meus martírios e tristezas, não
foi desta que me encaminhou para a psicóloga, receitou.me sim foi um
anti.depressivo, o ELONTRIL, caso alguém tome, pode dar.me algum feedback. Eu
sinceramente não queria recorrer a remédios destes, mas se tem que ser, tem que
ser e não há outro remédio. Daqui a mais ou menos um mês veremos os resultados.
31 janeiro 2013
Dia 28 de Janeiro:
S. Tomás de Aquino nasceu em Aquino por volta de 1225. Aos cinco anos, Tomás
começou sua instrução inicial em Monte Cassino, mas depois que o conflito
militar que ocorreu entre o imperador Frederico II e o papa Gregório IX na
abadia no inicio de 1239, os pais matricularam-no na universidade studium
generale. Foi lá que Tomás foi introduzido (…) Sustentou que a filosofia não
pode ser substituída pela teologia e que ambas não se opõem. Afirmou que não
pode haver contradição entre fé e razão. Além da sua Teologia e da Filosofia,
desenvolveu também uma teoria do conhecimento e uma Antropologia. Morreu, com
49 anos.
27 janeiro 2013
Decálogo da Paz
1. Olha toda a gente com respeito e benevolência.
2. Não fales mal contra ninguém nem condenes pessoas ou
instituições.
3. Perdoa as injúrias presentes ou passadas e livra-te do
ódio.
4. Adopta um espirito de fraternidade, de serviço fraterno e
convivência agradável.
5. Procura simplificar os problemas em vez de os agravar e
busca soluções justas.
6. Não acompanhes os que praticam o ódio, a vingança e a
violência.
7. Cria à tua volta um ambiente de compreensão, tolerância e
compaixão.
8. Apoia os que trabalham pela paz, pela justiça e pela
verdade.
9. Dedica algum do tempo a algum projecto de
desenvolvimento, que é um dos nomes da paz.
10. Procura, com a ajuda de Deus, ser no mundo um sinal do
Seu amor.
(Mário Salgueirinho)
23 janeiro 2013
Folha Dominical 4
II Domingo do Tempo Comum
Naquele tempo, realizou-se um casamento em Caná da Galileia
e estava lá a Mãe de Jesus. Jesus e os seus discípulos foram também convidados
para o casamento. A certa altura faltou o vinho. Então a Mãe de Jesus disse-Lhe:
«Não têm vinho». Jesus respondeu-Lhe: «Mulher, que temos nós com isso? Ainda
não chegou a minha hora». Sua Mãe disse aos serventes: «Fazei tudo o que Ele
vos disser». Havia ali seis talhas de pedra, destinadas à purificação dos
judeus, levando cada uma de duas a três medidas. Disse-lhes Jesus «Enchei essas
talhas de água». Eles encheram-nas até acima. Depois disse-lhes: «Tirai agora e
levai ao chefe de mesa.» E eles levaram. Quando o chefe de mesa provou a água
transformada em vinho, - ele não sabia de onde viera, pois só os serventes, que
tinham tirado a água, sabiam – chamou o noivo e disse-lhe: «Toda a gente serve
primeiro o vinho bom e, depois de os convidados terem bebido bem, serve o
inferior. Mas tu guardaste o vinho bom até agora». Foi assim que, em Caná da
Galileia, Jesus deu início aos seus milagres. Manifestou a sua glória e os
discípulos acreditaram n’Ele.
Jo 2, 1-11
Sob alguns aspetos, o meu venerado Predecessor viu este Ano
como uma «consequência e exigência pós-conciliar», bem ciente das graves
dificuldades daquele tempo sobretudo no que se referia à profissão da
verdadeira fé e da sua reta interpretação. Pareceu-me que fazer coincidir o
início do Ano da Fé com o cinquentenário da abertura do Concílio Vaticano II
poderia ser uma ocasião propícia para compreender que os textos deixados em
herança pelos Padres Conciliares, segundo as palavras do Beato João Paulo II,
«não perdem o seu valor nem a sua beleza. É necessário fazê-los ler de forma
tal que possam ser conhecidos e assimilados como textos qualificados e
normativos do Magistério, no âmbito da Tradição da Igreja. Sinto hoje ainda
mais intensamente o dever de indicar o Concílio como a grande graça de que
beneficiou a Igreja do século XX: nele se encontra uma bússola segura para nos
orientar no caminho do século que começa». Quero aqui repetir com veemência as
palavras que disse a propósito do Concílio poucos meses depois da minha eleição
para Sucessor de Pedro: «Se o lermos e recebermos guiados por uma justa
hermenêutica, o Concílio pode ser e tornar-se cada vez mais uma grande força
para a renovação sempre necessária da Igreja».
(Bento XVI, Porta Fidei, 5)
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20 janeiro 2013
Conto do Mês
O mendigo
Numa noite de tempestade, um peregrino cansado de uma longa
caminhada, foi bater à porta de uma grande casa iluminada. Veio um frade e ele
explicou:
- Sou um peregrino cansado e faminto. Só lhe pedia alguma
coisa para comer, para não morrer à fome.
O frade convidou-o a entrar. Deu-lhe comida e também
alojamento para essa noite fria.
No dia seguinte, ao amanhecer, quis continuar a sua
peregrinação. Os frades, na despedida, deram-lhe ainda algum dinheiro.
No dia seguinte, o peregrino regressou ao mesmo convento e
pediu:
- Quando estive convosco, percebi que sois muito felizes.
Aqui tendes o dinheiro que me destes e mais algum que arranjei. Mas, por favor,
dai-me o segredo da vossa alegria.
Com o dinheiro podem comprar-se muitas coisas e até pessoas.
Mas não se pode comprar a alegria, a felicidade.
in O Cavaleiro da Imaculada
19 janeiro 2013
18 janeiro 2013
Nutricionistas e tal
Na passada terça.feira lá fui eu, mais uma amiga ao
nutricionista, cada uma a sua vez, está claro. Pesou.me, mediu.me e deu a dieta
que me era devida. Até agora tenho portado bem, passou.me também umas cápsulas
para tomar nas duas principais refeições meia hora antes. E como estava a
dizer, tenho portado bem, só comer as quantidades que ele mandou e apenas
produtos light. Ups, aqui é que tem falhado um bocadinho, tive que acabar de
comer uns iogurtes biológicos e comprei gelatinas daquelas já feitas. Mas
pronto, foi uma falhazita, nada de grave. No primeiro dia não senti grande
fome, mas ao segundo dia já senti uma fominha entre refeições, tanto que tive
que recorrer a um pedaço de chocolate culinário antes do jantar e hoje idem idem aspas aspas. Já para não
falar que durante a noite até sonhei que tinha que comer e não posso ver imagens de
comer, que começo logo a salivar xD mas pronto, a parte boa disto tudo é que à
tarde tenho direito a dois lanches, que sempre compensa as quantidades mínimas
que tenho que comer. Daqui a quinze dias lá estarei novamente na consulta para
ver o que progredi. Vou dando novidades.
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17 janeiro 2013
O mundo do Senhor (Motivos para ser Cristão)
Um doente estava para ser operado de urgência. Antes de ser
anestesiado, o médico explicou-lhe:
- O senhor tem uma doença muito grave nas cordas vocais.
Poderemos salvar-lhe a vida, mas o senhor não voltará a falar.
Comovido, o doente perguntou:
- Não voltarei a falar?
O médico, delicadamente, respondeu:
- Sim. O senhor pediu para lhe dizermos a verdade.
O doutor fez uma pausa e continuou:
- Se quiser pronunciar as últimas palavras com a sua voz,
poderá fazê-lo.
O doente ficou por instantes em silêncio. Depois, em voz
alta, excalmou:
- Seja louvado Nosso Senhor Jesus Cristo!
Este doente estava com uma doença muito grave na garganta.
Um carcinoma que seria impossível extirpar completamente. Ficaria mudo. Talvez
outra pessoa, numa situação semelhante, tivesse sentimentos de desespero, de
revolta. Este, pelo contrário, mostrou que era verdadeiramente um cristão
adulto. Por isso, nesse lugar de sofrimento, voltou-se para Cristo, sua
esperança.
Jesus Cristo, nos momentos de sofrimento, voltava-se para
Deus. Estando crucificado no monte Calvário, no meio dos maiores tormentos, não
se deixou vencer pela dor. Voltou-se para o pai e pronunciou palavras de
esperança: «Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito!» Morreu com a esperança
de que o Pai o arrancaria das garras da morte eterna.
Um bom motivo para ser cristão é que Cristo, com a sua paixão,
morte e ressurreição, ilumina toda a sua vida. Também nos momentos de
sofrimento. Por isso, nessas horas de dor, podemos invocar o seu nome. Como é
belo o seu nome, quando pronunciamos com amor.
Ele é a nossa paz. Não podemos eliminar o sofrimento e a
morte, mas somos convidados a ver estas realidades inevitáveis à luz de Cristo.
Esta é a nossa fé, esta é a fé da Igreja que nós professamos.
in Cavaleiro da Imaculada
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16 janeiro 2013
Folha Dominical 3
Festa do Batismo do Senhor
Naquele tempo, o povo estava na expectativa e todos pensavam
em seus corações se João não seria o Messias.
João tomou a palavra e disse-lhes: «Eu batizo-vos com água,
mas vai chegar quem é mais forte do que eu, do qual não sou digno de desatar as
correias das sandálias. Ele batizar-vos-á com o Espírito Santo e com o fogo».
Quando todo o povo recebeu o batismo, Jesus também foi
batizado; e, enquanto orava, o céu abriu-se e o Espírito Santo desceu sobre Ele
em forma corporal, como uma pomba. E do céu fez-se ouvir uma voz: «Tu és o meu
Filho muito amado: em Ti pus toda a minha complacência».
Lc 3, 15-16.21-22
À luz de tudo isto, decidi proclamar um Ano da Fé. Este terá
início a 11 de Outubro de 2012, no cinquentenário da abertura do Concílio
Vaticano II, e terminará na Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do
Universo, a 24 de Novembro de 2013. Na referida data de 11 de Outubro de 2012,
completar-se-ão também vinte anos da publicação do Catecismo da Igreja
Católica, texto promulgado pelo meu Predecessor, o Beato Papa João Paulo II,
com o objectivo de ilustrar a todos os fiéis a força e a beleza da fé. Esta obra,
verdadeiro fruto do Concílio Vaticano II, foi desejada pelo Sínodo
Extraordinário dos Bispos de 1985 como instrumento ao serviço da catequese e
foi realizado com a colaboração de todo o episcopado da Igreja Católica. E uma
Assembleia Geral do Sínodo dos Bispos foi convocada por mim, precisamente para
o mês de Outubro de 2012, tendo por tema A nova evangelização para a
transmissão da fé cristã. Será uma ocasião propícia para introduzir o complexo
eclesial inteiro num tempo de particular reflexão e redescoberta da fé. Não é a
primeira vez que a Igreja é chamada a celebrar um Ano de Fé. O meu venerado
Predecessor, o Servo de Deus Paulo VI, proclamou um ano semelhante, em 1967,
para comemorar o martírio dos apóstolos Pedro e Paulo no décimo nono centenário
do seu supremo testemunho. Idealizou-o como um momento solene, para que
houvesse, em toda a Igreja, «uma autêntica e sincera profissão da mesma fé»;
quis ainda que esta fosse confirmada de maneira «individual e coletiva, livre e
consciente, interior e exterior, humilde e franca». Pensava que a Igreja
poderia assim retomar «exata consciência da sua fé para a reavivar, purificar,
confirmar, confessar». As grandes convulsões, que se verificaram naquele Ano,
tornaram ainda mais evidente a necessidade duma tal celebração. Esta terminou
com a Profissão de Fé do Povo de Deus, para atestar como os conteúdos
essenciais, que há séculos constituem o património de todos os crentes,
necessitam de ser confirmados, compreendidos e aprofundados de maneira sempre
nova para se dar testemunho coerente deles em condições históricas diversas das
do passado.
(Bento XVI, Porta Fidei, 4)
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